
Através do Espiritismo, tomamos conhecimento sobre as leis morais e as leis de Deus. E quanto mais conhecimento nós tivermos, mais responsabilidade teremos sobre nossos atos. E é também graças à doutrina espírita que podemos enxergar que o que mais importa não são as coisas materiais, mas sim o futuro do espírito.
E o futuro, é claro, depende do que fazemos hoje. Dito isto, chegamos ao tema deste texto.
A reencarnação é uma nova existência na carne para que a alma evolua e siga o caminho da perfeição. No Livro dos Espíritos está escrito que “a justiça de Deus proporciona novas chances para aqueles que não puderam alcançar o objetivo em uma primeira prova”.
É por isso que temos reencarnado, vez após outra, desde o tempo em que éramos homens das cavernas. O ponto em que estamos hoje é o máximo que já obtivemos em níveis de evolução – e devemos sempre lutar contra nossas más inclinações para que consigamos melhorar cada vez mais.
Mas não dá para falar neste assunto sem entrar em um tópico muito importante: família.
Os espíritos formam, fora do plano material, seus grupos afins. Eles se unem pela afeição, simpatia e vontades parecidas, assim como qualquer grupo de amigos aqui na Terra. Esses espíritos sempre procuram-se, e a encarnação só os separa momentaneamente. Mas muitas vezes eles seguem juntos na encarnação, reunindo-se numa mesma família aqui na Terra, e assim trabalham unidos pelo próprio progresso.
Mas Deus também permite que espíritos antipáticos reencarnem em uma mesma família, para que isto lhes sirva de prova. Aquele amigo a quem traímos e abandonamos no passado pode voltar ao nosso contato na forma de um parente difícil. Alguém que tenhamos levado ao suicídio pode voltar como um filho com uma doença incurável; a mulher a quem fizemos mal pode retornar como uma esposa problemática ou como uma filha incompreensiva.
Isso mostra a perfeição da justiça e da bondade de Deus, pois Ele permite que arrumemos aquilo que foi mal feito no passado.
E por que temos que consertar os erros no corpo físico, e não no espiritual? Muitos se fazem esta questão. Mas viver na carne é um desafio necessário para melhorarmos. Aqui na Terra temos que buscar soluções para as dificuldades, como para nos locomovermos a longas distâncias, nos comunicarmos com quem está longe, nos alimentarmos, nos curarmos de doenças e cuidarmos do meio ambiente. Todas essas barreiras nos ajudam a desenvolver nossa inteligência.
Outra dúvida que aflige as pessoas é: Há limites para a encarnação ou teremos que renascer infinitamente? Sobre isso, o Espiritismo explica que cada nova existência é um passo rumo à perfeição. Reencarnaremos até que sejamos espíritos puros. Aos poucos, conforme nossa evolução, o corpo físico vai se tornando menos denso, e em um futuro ele se confundirá com o perispírito, livrando-nos da carne como a conhecemos hoje.
E será que sempre renasceremos no mesmo planeta?
Bem, seremos atraídos a diferentes lugares, de acordo com a necessidade. A maioria de nós tem forte ligação com a Terra, desde sua formação, mas não podemos descartar a possibilidade de migrações para outras moradas.
E o futuro, é claro, depende do que fazemos hoje. Dito isto, chegamos ao tema deste texto.
A reencarnação é uma nova existência na carne para que a alma evolua e siga o caminho da perfeição. No Livro dos Espíritos está escrito que “a justiça de Deus proporciona novas chances para aqueles que não puderam alcançar o objetivo em uma primeira prova”.
É por isso que temos reencarnado, vez após outra, desde o tempo em que éramos homens das cavernas. O ponto em que estamos hoje é o máximo que já obtivemos em níveis de evolução – e devemos sempre lutar contra nossas más inclinações para que consigamos melhorar cada vez mais.
Mas não dá para falar neste assunto sem entrar em um tópico muito importante: família.
Os espíritos formam, fora do plano material, seus grupos afins. Eles se unem pela afeição, simpatia e vontades parecidas, assim como qualquer grupo de amigos aqui na Terra. Esses espíritos sempre procuram-se, e a encarnação só os separa momentaneamente. Mas muitas vezes eles seguem juntos na encarnação, reunindo-se numa mesma família aqui na Terra, e assim trabalham unidos pelo próprio progresso.
Mas Deus também permite que espíritos antipáticos reencarnem em uma mesma família, para que isto lhes sirva de prova. Aquele amigo a quem traímos e abandonamos no passado pode voltar ao nosso contato na forma de um parente difícil. Alguém que tenhamos levado ao suicídio pode voltar como um filho com uma doença incurável; a mulher a quem fizemos mal pode retornar como uma esposa problemática ou como uma filha incompreensiva.
Isso mostra a perfeição da justiça e da bondade de Deus, pois Ele permite que arrumemos aquilo que foi mal feito no passado.
E por que temos que consertar os erros no corpo físico, e não no espiritual? Muitos se fazem esta questão. Mas viver na carne é um desafio necessário para melhorarmos. Aqui na Terra temos que buscar soluções para as dificuldades, como para nos locomovermos a longas distâncias, nos comunicarmos com quem está longe, nos alimentarmos, nos curarmos de doenças e cuidarmos do meio ambiente. Todas essas barreiras nos ajudam a desenvolver nossa inteligência.
Outra dúvida que aflige as pessoas é: Há limites para a encarnação ou teremos que renascer infinitamente? Sobre isso, o Espiritismo explica que cada nova existência é um passo rumo à perfeição. Reencarnaremos até que sejamos espíritos puros. Aos poucos, conforme nossa evolução, o corpo físico vai se tornando menos denso, e em um futuro ele se confundirá com o perispírito, livrando-nos da carne como a conhecemos hoje.
E será que sempre renasceremos no mesmo planeta?
Bem, seremos atraídos a diferentes lugares, de acordo com a necessidade. A maioria de nós tem forte ligação com a Terra, desde sua formação, mas não podemos descartar a possibilidade de migrações para outras moradas.
Por outro lado, os espíritos que já estão há muito tempo sem obter resultados em sua evolução – aqueles que não aprendem nem com o sofrimento e continuam no caminho do mal – passarão a não mais encarnar na Terra. Serão levados a nascer em outras esferas, inferiores, onde terão mais dificuldades, ao mesmo tempo em que serão úteis, pelo fato de serem mais evoluídos do que os que lá se encontram.
A reencarnação é aceita por muitas religiões, e já foi defendida por várias figuras célebres, como Gandhi, Vitor Hugo, Tolstoi e Sócrates. O próprio Cristo já tinha dito: “Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo”.

Além disso, como explicar os “gênios”, que desde a infância mostram-se com faculdades superdesenvolvidas? Mozart já compunha valsas aos 6 anos de idade; Michelangelo foi considerado um artista completo aos 8; Vitor Hugo revelou-se como grande escritor aos 13. A explicação para esses fenômenos só pode ser uma: eles nasceram trazendo lembranças da vida passada.
Enfim, há muito o que se falar a respeito deste empolgante tema, mas o que mais nos importa é saber que A REENCARNAÇÃO FUTURA DEPENDE DA ATUAL. Nossa próxima vida poderá ser feliz ou dolorosa, dependendo de como levarmos a vida presente.